quarta-feira, 22 de junho de 2011

Como você pode ajudar o meio ambiente .

A consciência ambiental e a conservação da natureza devem ser exercitadas não só pela sociedade, mas também por cada um de nós em nosso cotidiano. Ao fazer nossa parte em casa, no trabalho e mobilizando as pessoas que nos são próximas, estamos colaborando para um planeta mais saudável. 

''Cada dia a natureza produz o suficiente para nossa carência. Se cada um tomasse o que lhe fosse necessário, não havia pobreza no mundo e ninguém morreria de fome.''
Mahatma Gandhi

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Aí vai o que você pode fazer para ajudar na preservação
do meio ambiente.

1. Não corte, nem pode árvores sem autorização. Poda drástica é PROIBIDA!!
2. Preserve a vegetação nativa. Não desmate! Não coloque fogo!
3. Não altere cursos d’água ou banhados, eles são protegidos por lei. Poços artesianos somente com autorização.
4. Não crie peixes sem licença. Nunca solte peixes nos rios, mesmo quando estiver bem intencionado.
5. Respeite os períodos de proibição da pesca.
6. Não compre, nem tenha animais silvestre em casa.
7. Não maltrate animais silvestres ou domésticos.
8. Separe o lixo em casa e no trabalho, e coloque na rua no dia da coleta seletiva em seu bairro.
9. Não jogue lixo no chão. Carregue-o até a lixeira mais próxima. Ensine às crianças dando exemplo.
10. Recicle ou reaprove tudo o que puder.
11. Reduza o consumo, especialmente do que não puder ser reaproveitando ou reciclado.
12. Mantenha seu veículo regulado e ande mais a pé.
13. Não contribua com a poluição sonora e/ou visual.
14. Use menos veneno em sua lavoura ou horta.
15. Não jogue óleos lubrificantes na sua rede de esgoto.
16. Não desperdice água. esse é um dos recusros mais importantes e frágeis do planeta: feche torneiras, conserte vazamentos, não use mangueiras para para lavar calçadas, aproveite água de chuva.
17. Não desperdice energia elétrica: desligue aparelhos, verifique sobrecargas, apague as luzes.
18. Ensine às crianças amor e respeito pela natureza.
19. Cuide da higiene e da sua saúde!
20. Evite jogar materiais não degradáveis (plásticos ou outros) no ambiente.




A marca da humanidade



Brasília – O Brasil criou um grupo para combater o aumento do desmatamento na Floresta Amazônica, disse a Ministra do Meio Ambiente, na quarta-feira.
A Ministra Izabella Teixeira disse que os funcionários públicos tiveram que agir, depois que dados de satélite mostrou um aumento significante do desmatamento, nos últimos dois meses. No ano anterior, o Brasil marcou o menor índice anual de desmatamento, desde que o índice entrou em vigor, duas décadas atrás.
“Nós criamos um comitê para determinar e combater as causas desse aumento”, disse Teixeira.
O comitê, que se reunirá semanalmente, coordenará cerca de 700 agentes e oficiais da polícia na região, afim de lutar contra o desmatamento, disse ela.
As imagens de satélite do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), mostraram 590 km²  de desmatamento em março e abril, aproximadamente seis vezes mais do que o mesmo período no ano passado.
O desmatamento da Amazônia no ano passado caiu para o seu ritmo mais lento em 22 anos, disseram as autoridades brasileiras. Entre agosto de 2009 e julho de 2010, 6.450  km² da floresta foram desmatados, 14% a menos do que no ano anterior e o índice mais baixo desde 1988.
Funcionários do Governo usaram os números como um sinal de que as leis ambientais que haviam sido aplicadas estavam funcionando.
Entretanto, alguns especialistas ambientais advertiram que as políticas econômicas estavam movimentando os índices, e  que à medida que o mundo se recuperasse da crise, os índices aumentariam novamente de acordo com a procura por soja e gado. Agricultores e pecuaristas desmatariam mais terras para a produção de tais produtos.
Teixeira disse que o maior desafio se situa no Oeste do Estado de Mato Grosso, que conteve o desmatamento nos últimos dois anos, mas que apresentou um aumento significativo em março e abril.
O IBAMA disse que aumentou o número de operações voltadas ao controle do desmatamento e que apreendeu, somente esse ano, 40 tratores e 76 caminhões usados na extração ilegal de madeira no Mato Grosso.
Os agricultores brasileiros, entretanto, têm lutado para que o Congresso brasileiro suavize as leis ambientais da região amazônica. Eles apoiam um projeto de lei que os permitiria desmatar metade de suas propriedades em áreas ambientais de risco. As leis atuais permitem aos fazendeiros que desmatem “apenas” 20% de suas terras na região da Amazônia.

De Sebastião Donizeti Eugênio

NATUREZA

Por que judias tanto de mim?
De todas as certezas
Que o homen na sua ganância
Não mede conseqüências.
Por que me tratas assim?

Em meus rios corre a vida
Neles, gero seu alimento
Em troca, lança seus dejetos, seus lixos,
Causando grande tormento.

Temo que um dia possa ser tarde demais,
Por tamanha destruição
Você com seus mandos e desmandos
Está caindo em desgraça.
Destruindo tudo que acha
Perdendo a razão.

Meus pulmões já estão manchados
Pelos gazes que me sufocam
Pelas queimadas em minhas florestas
Ei, seres humanos, por que não se tocam?

Meus ursos polares quase não têm o que comer,
sua alimentação tão escassa...
Nos oceanos matam minhas baleias
Por que tanta desgraça?

Te dou o perfume das rosas
Promovo até a cura de suas doenças
Dou tudo que possa precisar
Pare um minuto e pense:
É vantagem me prejudicar?



Desmatamento, Janeiro 2011



Boletim Risco de Desmatamento Janeiro 2011

Essa é a primeira edição do Boletim de Risco de Desmatamento. Neste boletim, apresentamos o risco de desmatamento em municípios, Áreas Protegidas, Assentamentos e áreas privadas, devolutas ou sob conflitos por posse, para o período de agosto de 2010 a julho de 2011. Para isso, o Imazon desenvolveu um modelo de risco de desmatamento baseado em técnicas geoestatísticas que permitem estimar, de forma espacialmente explícita, o risco de desmatamento futuro com base na distribuição espacial do desmatamento passado e fatores que contribuem para a ocorrência do desmatamento, a seguir: proximidade de estradas e rios navegáveis, custo de transporte de madeira, topografia, elevação de terreno, declividade e unidades de conservação. O resultado do modelo é um mapa de probabilidade de desmatamento na Amazônia para células de 1 quilômetro quadrado.

Assumindo uma taxa de desmatamento anual de 7.500 quilômetros quadrados para o período modelado, o modelo apontou uma área de floresta de pelo menos 3.700 quilômetros quadrados sob risco de desmatamento, ou seja, áreas de florestas com probabilidade de desmatamento maior que zero (com 95% de confiança estatística). As análises deste Boletim apontaram que a maior parte das florestas sob risco de desmatamento concentra-se no Pará (67%) e Mato Grosso (13%). Áreas privadas, devolutas ou em conflitos por posse concentraram 59% dessas áreas, enquanto que outros 25% estão dentro de assentamentos de reforma agrária. As Unidades de Conservação e Terras Indígenas concentram 12% e 4% das áreas sob risco de desmatamento, respectivamente.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

A Mata Atlântica, que originalmente ocupava mais de 1 milhão de Km2, sobrevive hoje em cerca de 100 mil km2.

O que chamamos de Mata Atlântica são, na verdade, várias matas que têm em comum o fato de estarem próximas ao oceano Atlântico e em áreas de campos e mangues. São lugares bastante úmidos, onde chove muito durante todo o ano. Isso garante a permanência constante de rios e riachos e a imensa manutenção da variedade de espécies vegetais e animais, a biodiversidade. Por causa das condições exclusivas que a floresta proporciona, muitos animais só são encontrados na Mata Atlântica, um refúgio para espécies que, fora dela, já teriam desaparecido.

A exploração madeireira da Mata Atlântica teve importância econômica nacional até muito recentemente. Segundo dados do IBGE, em meados de 1970, a Mata Atlântica ainda contribuía com 47% de toda a produção de madeira em tora no país, num total de 15 milhões de metros cúbicos — produção drasticamente reduzida para menos da metade (7,9 milhões) em 1988 devido ao esgotamento dos recursos ocasionado pela exploração não-sustentável.
Atualmente, a Mata Atlântica sobrevive em cerca de 100 mil km2. Seus principais remanescentes concentram-se nos estados das regiões Sul e Sudeste, recobrindo parte da Serra do Mar e da Serra da Mantiqueira, onde o processo de ocupação foi dificultado pelo relevo acidentado e pela pouca infra-estrutura de transporte.
salvar a Mata Atlântica é uma questão de “sobrevivência econômica”: em suas imediações, vivem hoje cerca de 100 milhões de pessoas e, pela sua delimitação geográfica, circulam 80% do produto interno bruto nacional (PIB).