quinta-feira, 2 de junho de 2011

A Mata Atlântica, que originalmente ocupava mais de 1 milhão de Km2, sobrevive hoje em cerca de 100 mil km2.

O que chamamos de Mata Atlântica são, na verdade, várias matas que têm em comum o fato de estarem próximas ao oceano Atlântico e em áreas de campos e mangues. São lugares bastante úmidos, onde chove muito durante todo o ano. Isso garante a permanência constante de rios e riachos e a imensa manutenção da variedade de espécies vegetais e animais, a biodiversidade. Por causa das condições exclusivas que a floresta proporciona, muitos animais só são encontrados na Mata Atlântica, um refúgio para espécies que, fora dela, já teriam desaparecido.

A exploração madeireira da Mata Atlântica teve importância econômica nacional até muito recentemente. Segundo dados do IBGE, em meados de 1970, a Mata Atlântica ainda contribuía com 47% de toda a produção de madeira em tora no país, num total de 15 milhões de metros cúbicos — produção drasticamente reduzida para menos da metade (7,9 milhões) em 1988 devido ao esgotamento dos recursos ocasionado pela exploração não-sustentável.
Atualmente, a Mata Atlântica sobrevive em cerca de 100 mil km2. Seus principais remanescentes concentram-se nos estados das regiões Sul e Sudeste, recobrindo parte da Serra do Mar e da Serra da Mantiqueira, onde o processo de ocupação foi dificultado pelo relevo acidentado e pela pouca infra-estrutura de transporte.
salvar a Mata Atlântica é uma questão de “sobrevivência econômica”: em suas imediações, vivem hoje cerca de 100 milhões de pessoas e, pela sua delimitação geográfica, circulam 80% do produto interno bruto nacional (PIB).

2 comentários:

  1. se continuar assim , as pessoas não se tocarem do que fazem de errado , e o quanto prejudivam o meio ambiente e a mata atlantica no Brasil , será questão de tempo , para perdemos uma de nossa maiores riquezas.

    :Raul,

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  2. Com certeza, não basta apenas conscientização e meras teorias, precisamos de breves mudanças, no sistema político,lesgilativo e na concepção do cidadão em cumprir sua função.

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